terça-feira, 26 de janeiro de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
sábado, 23 de janeiro de 2016
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Ainda Sampaio da Nóvoa ― Last but not least
Entretanto, soube recentemente de mais um episódio que não posso deixar de referir:
No dia
15.Dez.2011, o candidato Fernando Ornelas Marques interpôs recurso da decisão do Júri para o
reitor da Universidade de Lisboa António Sampaio da Nóvoa.
No dia
seguinte, o reitor da UL enviou um email ao Director Executivo da Reitoria
da UL remetendo-lhe o processo
do candidato acompanhado do seguinte despacho:
Isto é para enviar para o júri do Concurso.
Obrigado.
António Nóvoa
Obrigado.
António Nóvoa
Que resultado
se poderia esperar deste despacho? Nenhum, evidentemente. De facto, “isto”
equivale à seguinte situação:
Um injustiçado que foi condenado em 1.ª instância interpõe recurso na expectativa de nova avaliação dos factos em 2.ª instância, mas vê o processo regressar à 1.ª instância… onde obviamente volta a ser condenado!
Se isto não é conivência com a injustiça praticada, o que é?
Um injustiçado que foi condenado em 1.ª instância interpõe recurso na expectativa de nova avaliação dos factos em 2.ª instância, mas vê o processo regressar à 1.ª instância… onde obviamente volta a ser condenado!
Se isto não é conivência com a injustiça praticada, o que é?
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
“Você é livre para fazer as suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências” (Pablo Neruda)
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| Carlos Fiolhais |
Vou votar em Sampaio da Nóvoa. Sou, como ele, independente – nunca militei ou apoiei qualquer partido político. E isso nada me diminui como cidadão nem nunca coibiu a minha participação política e cívica. Na eleição para a Presidência da República podemos escolher directamente candidatos de fora dos partidos. Vou votar em Sampaio da Nóvoa porque a eleição de um cidadão independente para Presidente representa o amadurecimento da nossa democracia. […]
Cf. Leitura complementar
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Um discurso pode cativar mas não faz um presidente
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| Teresa Salgueiro |
É com muita alegria que apoio a candidatura do professor
Sampaio da Nóvoa a Presidente da República de Portugal. Abraço esta causa de
alma e coração plenos, com confiança e entusiasmo. A mesma confiança e
entusiasmo que senti na primeira vez que o escutei enquanto candidato, no seu
discurso de apresentação no Teatro da Trindade. Desde aí, não deixei de o
acompanhar. Porque me devolveu a esperança. […]
Cf. Leitura complementar
Cf. Leitura complementar
Morreu Almeida Santos
[...] Quando jovem, Almeida Santos estabeleceu-se em Moçambique, na então Lourenço Marques, actual Maputo, onde se envolveu em actividades políticas e de apoio a nacionalistas. O envolvimento na política levou-o a ser um dos protagonistas no Portugal pós-25 de Abril de 1974, como ministro de várias pastas, desde o I Governo Provisório, foi conselheiro de Estado, presidente da Assembleia da República e presidente do PS, tendo sido um dos mais próximos colaboradores de Mário Soares. [...]
domingo, 17 de janeiro de 2016
sábado, 16 de janeiro de 2016
Sobre a (falta de) liberdade dos deputados...
As-mordaças-no-Parlamento
Há quatro deputados do PSD a quem foram instaurados
processos disciplinares. Paula Teixeira da Cruz, ex-ministra da Justiça e
ex-vice-presidente do partido por ter contrariado orientações em relação às
alterações à lei do aborto. Os outros três, eleitos pela Madeira, além de já
terem sido destituídos dos seus cargos na bancada, estão também sujeitos a
processo disciplinar. O crime que cometeram está perfeitamente tipificado: a
defesa dos interesses da sua região. […]
Atenção que este não é apenas um problema do PSD! A
submissão dos deputados aos directórios partidários é um problema da nossa
democracia e estende-se a todas as bancadas. Este problema explica muitas das
queixas sobre a falta de qualidade do Parlamento, com consequências directas na
opacidade das regras de transparência, que estão a impedir o funcionamento
exemplar da casa da democracia.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Confesso que também faço parte deste grupo...
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| Francisco Assis |
O-cândido-candidato
Confesso que faço parte do grupo de cidadãos portugueses
a quem não foi concedida a graça de se extasiarem com os discursos do Prof.
Sampaio da Nóvoa. Causa-me até alguma perturbação o tom messiânico com que o cândido
candidato apregoa o advento de um “tempo novo” e proclama as virtudes do
angelismo político, por contraposição ao sórdido mundo das combinações e dos
interesses estabelecidos. Há mesmo momentos em que não parece estarmos perante
um candidato presidencial mas sim diante de alguém que aspira a um estado de
verdadeira beatitude. […]
Nota - Cf. Leitura complementar
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Uma década fora do comum
Na
década de 90 do século XX passei por situações peculiares de natureza pessoal e
profissional. Um dia, talvez este período venha a despertar o interesse de algum
tetraneto mais curioso...
Do
ponto de vista pessoal, perdi o meu Pai (Julho.1991) e a minha Mãe
(Fevereiro.1993); e perdi dois bons amigos e colegas de longa data (que
trabalhavam como eu no Reactor do Laboratório Nuclear de Sacavém): João Batista
Menezes (Julho.1997) e Carlos Ramalho Carlos (Dezembro.1998). Foram perdas
dolorosas, por razões diferentes, de que me refiz dificilmente.
Profissionalmente,
comecei por sentir a chamada “Crise de 1992-1994” no Laboratório Nuclear de
Sacavém, descrita no livro de Jaime da Costa Oliveira “Memórias para a História de um Laboratório
do Estado” (págs. 114 a 128). Cada investigador viveu-a a seu modo e muitos
remaram contra a maré resultante da deterioração da relação de confiança entre
o ministro da tutela (Mira Amaral) e o presidente da instituição (Veiga Simão).
Resumindo, o propósito do ministro era “desembaraçar-se de Sacavém”… Pareceu-me
então ser necessário ir à luta, “avisar a malta”. Procurei
apoio em jornais de referência, o qual me foi generosamente dado pelo saudoso
Senhor Coimbra (Expresso) e por José Vítor Malheiros (Público). São dessa
altura os artigos seguintes: A nossa
opção nuclear. Expresso - n.º 1051, 19.Dezembro.1992; Investigação, visão de Estado e o futuro do ICEN. Público, n.º
1080, 18.Fevereiro.1993; O Estado e o
nuclear. Expresso / Economia, n.º 1080, 10.Julho.1993; Sem ciência não há tecnologia. Expresso / Economia, n.º 1066,
03.Abril.1993; O adeus ao reactor
português? Expresso, n.º 1111, 12.Fevereiro.1994. Julgo
que esta iniciativa foi um dos contributos úteis para a resolução do problema,
a qual se veio a concretizar em 01.Janeiro.1995 com a criação do Instituto
Tecnológico e Nuclear (nova designação dada ao Laboratório Nuclear de Sacavém).
O
que se passou em Sacavém entre 1995 e 2000 encontra-se também descrito no
citado livro de Jaime da Costa Oliveira em “A mutação de 1995” (págs. 129 a
140). Após a fase de instalação do ITN, foi designado o novo presidente da
instituição (José Carvalho Soares), cuja tomada de posse ocorreu em 12.Janeiro.1996. Posso
testemunhar, por experiência própria, "as dificuldades de relacionamento do Conselho Directivo do ITN
com a maioria dos investigadores”. Bastará dizer que cheguei a
sentir-me ostracizado por alguns colegas do Reactor devido ao meu desalinhamento…
Para
ultrapassar esta desagradável situação, continuei a via que já vinha prosseguindo:
escrita de relatórios em Português (sobre matérias relevantes no que se refere
à utilização de reactores de investigação) que pudessem ser úteis no futuro a
jovens investigadores, após a minha aposentação. Foi assim que redigi
relatórios como: Avaliação de doses
absorvidas em experiências de irradiação em reactores nucleares, INETI/DEEN-R-94/34; Activação de amostras em reactores nucleares, ITN/DEEN-R-95/39; Cálculo de doses absorvidas por amostras irradiadas em espectros de
neutrões rápidos de reactores nucleares, ITN/RPI-R-96/42; Produção de radionuclidos no RPI para
aplicações médicas (4 relatórios entre 1998 e 1999). Há pouco
tempo, senti-me completamente recompensado por este trabalho quando encontrei, por mero acaso, um
desses jovens investigadores (NB) na Repartição de Finanças do meu
Bairro e ele me disse espontaneamente: Sabe,
aqueles seus relatórios de revisão, em
Português, têm-me sido extremamente úteis!
A
outra via que segui para ultrapassar a situação de quase isolamento em que me
sentia no meu departamento (Reactor) foi a de procurar dois colegas
(José Francisco Salgado e Isabel Ferro Gonçalves) de outro departamento
(Física) e propor-lhes um trabalho de colaboração. Esse trabalho visava a quantificação
do fenómeno de neutron self-shielding
(autoprotecção neutrónica) que se manifesta em Física de Reactores Nucleares em
inúmeras experiências de irradiação de amostras. Os resultados dessa cooperação
foram publicados entre 2001 e 2004 e estão disponíveis na internet (AQUI). Observando em
particular este LINK, o leitor poderá constatar que os resultados que obtivemos têm aceitação
internacional generalizada e consistente no tempo, até hoje.
Tal como diz o provérbio popular, há males que vêm por bem…
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
domingo, 10 de janeiro de 2016
sábado, 9 de janeiro de 2016
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