domingo, 17 de novembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
Avec le temps... tout s’en va
Três grandes da canção francesa em 1969 (da esquerda para a direita):
Jacques Brel (1929-1978), Léo Ferré (1916-1993) e Georges Brassens (1921-1981)
Avec le
temps...
Avec le temps, va, tout s'en va
On
oublie le visage et l'on oublie la voix
Le
coeur, quand ça bat plus, c'est pas la peine d'aller
Chercher
plus loin, faut laisser faire et c'est très bien
Avec le
temps...
Avec le
temps, va, tout s'en va
L'autre
qu'on adorait, qu'on cherchait sous la pluie
L'autre
qu'on devinait au détour d'un regard
Entre
les mots, entre les lignes et sous le fard
D'un
serment maquillé qui s'en va faire sa nuit
Avec le
temps tout s'évanouit
Avec le
temps...
Avec le temps, va, tout s'en va
Même les
plus chouettes souvenirs ça t'as une de ces gueules
A la
Galerie je farfouille dans les rayons de la mort
Le
samedi soir quand la tendresse s'en va tout seule
Avec le
temps...
Avec le
temps, va, tout s'en va
L'autre
à qui l'on croyait pour un rhume, pour un rien
L'autre
à qui l'on donnait du vent et des bijoux
Pour qui
l'on eût vendu son âme pour quelques sous
Devant
quoi l'on se traînait comme traînent les chiens
Avec le
temps, va, tout va bien
Avec le
temps...
Avec le
temps, va, tout s'en va
On
oublie les passions et l'on oublie les voix
Qui vous
disaient tout bas les mots des pauvres gens
Ne
rentre pas trop tard, surtout ne prends pas froid
Avec le
temps...
Avec le
temps, va, tout s'en va
Et l'on
se sent blanchi comme un cheval fourbu
Et l'on
se sent glacé dans un lit de hasard
Et l'on
se sent tout seul peut-être mais peinard
Et l'on
se sent floué par les années perdues
Alors
vraiment
Avec le
temps on n'aime plus.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Cortar o tempo
Quem
teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e
outra vontade de acreditar que daqui p'ra diante vai ser diferente.
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e
outra vontade de acreditar que daqui p'ra diante vai ser diferente.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Dia de São Martinho
Hoje almoçámos no Restaurante Nova Arcádia
carne de porco à alentejana e um copinho de água-pé,
com direito a castanhas cozidas aromatizadas com erva-doce
com direito a castanhas cozidas aromatizadas com erva-doce
sábado, 9 de novembro de 2013
Explicação plausível para um escândalo universitário
«[…] O Guido sacudiu a cabeça para trás porque estava a ficar nervoso. Por muito que olhasse para os currículos que tinha à sua frente, não conseguia vislumbrar como havia de sair daquela alhada. Na semana anterior, tinha reunido com o Director que lhe comunicara a abertura de vários lugares de professor.
― Bem Guido, como sabes, após as últimas reformas de
vários colegas, o teu Departamento tem um número de professores abaixo do
número máximo que lhe é permitido ter. Por isso falei com o Reitor e aceito
abrir lugares de professor para o vosso Departamento, entre eles um de catedrático.
Mas não queremos contratar alguém de fora, nem abrir o concurso a toda a gente,
a ideia é promover um dos nossos professores associados com agregação.
― Isso são boas notícias.
Finalmente! – tinha respondido o Guido nessa altura, mal sabendo o que o esperava.
― Só que a lei não permite
promoções internas de docentes. A lei exige que os concursos sejam externos, ou
seja qualquer pessoa no mundo pode concorrer – prosseguiu o Director.
― Pois, mas isso é normal. Se
queremos contratar os melhores que houver, o concurso tem de ser baseado no mérito
e acessível a qualquer candidato.
― Mas assim vai ser uma
trabalheira e demorar imenso tempo.
― Então como fazemos?
― Bem, fazemos aquilo que se
chama um concurso com fotografia. Vocês no Departamento decidem quem querem
promover. E abrimos o concurso ajustado a essa pessoa, escolhendo por exemplo a
área de trabalho muito bem definida.
― Mas isso não é fazer de
palhaços os elementos do júri de tal concurso?
― É um bocado... Mas paciência,
tem de ser. Ou abre assim, ou não abre! – retorquiu categoricamente o Director.
― Quantos candidatos no vosso Departamento estão em condições de concorrer a um
concurso de professor catedrático?
― Hmm... deixa-me contar... São
cerca de doze. E como faço para escolher? Vão cair-me todos em cima.
― Esse é um problema teu. Tens
quinze dias para escolher e compor o Edital onde só caiba praticamente a pessoa
que escolherem.
― Eu é que escolho?
― Sim, o presidente de cada
Departamento escolhe quem prefere. E eu aprovo. Mas precisas de garantir que não
tens a oposição cerrada dos teus colegas catedráticos, senão não passa.
― Hmm... Isso não será fácil,
seja eu a escolher quem eu ache que é o melhor para o Departamento, seja colocando
o assunto à discussão com eles.
― Tu não tens nenhum preferido?
― Os que trabalham comigo e que
gostaria de ver promovidos serão candidatos a lugares de professor associado e
de professor auxiliar e não de professor catedrático.
― Pois então é fácil! Negoceias
com os outros catedráticos do Departamento. Deixas que eles escolham (ou seja
que o mais poderoso deles escolha) e tu aceitas desde que eles aceitem que os
outros lugares fiquem para quem tu queres...
― Não tinha pensado nisso. Lá
terá de ser...
― E mais: tens de escolher um
júri para o concurso que seja favorável ao que decidirem. Nota que a lei obriga
a que os membros externos estejam em maioria. Por isso tens de garantir que pelo
menos um irá votar tal como os membros internos. Os restantes não interessam nada.
Servem só para enfeite.
― Mas... e estas coisas todas não
se sabem? Não é uma vergonha para a universidade?
― Bem... apesar de estarmos numa
instituição pública, paga pelos dinheiros dos contribuintes, estes documentos
não são públicos, a gente consegue sempre que não saia nada cá para fora. Dizemos
que é sigiloso!
― E ninguém estranha? Não é uma
forma de reconhecermos que temos algo a esconder? Afinal de contas “quem não
deve, não teme”. Se estivesse tudo bem, não teríamos problemas em implementar
mais transparência, nunca nos refugiaríamos em sigilo.
― Mas que complicado que tu és! E
escrupuloso... fica-te bem! Deixa lá, é assim que tem funcionado. Claro que
queremos evitar que apareçam problemas, e evitamos que isto chegue às notícias.
Não te preocupes, não é teu problema. […]»
in João Lin Yun, Um Crime na Teia Universitária (pp.47-49)
Chiado Editora, Outubro.2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
"Números", de Carlos Santos Oliveira
Números
Os dias
são tão repetitivos quanto a morte.
Número a
número
as
instituições somam algarismos,
tentando
acertar com o quociente da vida
e ficam
prenhas da dor,
de todas
as crianças mortas,
pelas
violações,
pelos
maus-tratos,
pelo
abandono,
pela
fome,
pelo
tiro à queima-roupa do ódio.
Número a
número
o
tribunal tenta subtrair da morte
os
nascimentos errados,
resultados
de uma matemática cruel,
onde o
álcool,
a droga,
o
instinto sexual
e a
ausência de amor,
são
valores superiores à raiz quadrada da vida.
Número a
número
estas
crianças sem sorte
vão
subindo nos elevadores dos gráficos estatísticos
e descendo
na hipotenusa da condição humana.
Número a
número
se fazem
as contas às tristezas,
sentimentos
e emoções,
e vão
aumentando nas crianças
a raiva,
a
revolta,
a solidão,
o
desespero,
valores
que se vão multiplicando
na
calculadora das suas consciências.
Número a
número
estas
crianças aprendem a tabuada da sobrevivência
e contam
dedo a dedo
o muito
pouco que são e o que têm
e os
resultados são muito inferiores
aos das
outras crianças.
Um a um
sentem-se
apenas números
no
balancete final
de uma
sociedade sem valores.
in Redes (ZainaEditores, 2009)
Carlos Santos Oliveira nasceu na Chamusca (Ribatejo), onde
durante alguns anos exerceu a profissão de jornalista. Desenvolveu ainda
actividades como animador de rádio e actor. Viveu no Brasil, onde
frequentou o curso de Línguas e Literatura Moderna e foi membro do Centro de Imigrantes Portugueses que realizava eventos de divulgação da cultura
portuguesa. Bacharel em Comunicação, foi professor nos Açores e é actualmente
oficial de justiça. Tem inúmeros textos publicados em vários jornais e alguns
dos seus poemas fazem parte de colectâneas de poesia. Em 2008 publicou o
romance É Tão Fácil Morrer, em 2009 o livro de poesia Redes e
o livro de relatos Sentenças da Vida. No ano de 2010 publicou o
livro infanto-juvenil A Lição do Rinoceronte, em 2011 o livro
de estórias Os Filhos Não São Maus, em 2012 o livro O Peso das Gordas e este ano o livro infanto-juvenil Um Menino Feliz na Chamusca.
domingo, 3 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
O guião natimorto
«Pensei em escrever qualquer coisa sobre o Guião para a Reforma do Estado, que o primeiro-ministro e o vice-primeiro-ministro várias vezes nos prometeram desde Fevereiro e que, finalmente, apareceu por aí com um título pomposo e velho. Mas não vale a pena. O dito “guião”, escrito numa prosa oca e burocrática, não passa de uma série de lugares-comuns, por que ninguém no seu juízo jamais se interessará.»
Vasco Pulido Valente, Público, 02.Nov.2013
«O “guião para a reforma do Estado” é um
documento pomposo, mistificador e assustadoramente vazio.»
«Este papel de Portas não é tomado a sério
por ninguém, a começar pelos seus colegas do Governo.»
Destaques do artigo de José Pacheco Pereira, Público, 02.Nov.2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
"Street art" no Vimeiro...
... com intervenção de crianças do Jardim de Infância.
Parabéns à (aniversariante) Educadora Helena Martinho!
Parabéns à (aniversariante) Educadora Helena Martinho!
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Acabar com a incerteza
![]() |
| Luís Campos e Cunha |
[...] A situação social
e económica é dramática, como quase todos reconhecem. A crise financeira do
Estado espoletou uma crise económica e social de proporções inesperadas até
pelos mais pessimistas. As suas origens estão nas políticas adoptadas nos
últimos 10 anos, agravadas pelo caminho seguido nos últimos anos.
A falta de visão
inicial levou a uma crise financeira do Estado apenas comparável à de 1892; a resposta
à crise foi, no mínimo, desastrada, casuística e sem rumo perceptível tanto por
nossa responsabilidade como das instituições europeias.
As políticas
seguidas, em particular entre 2008 e 2010, conduziram o Estado a ficar, possivelmente,
a dias de cessar pagamentos. O acordo com a troika,
longe de ser perfeito, evitou o pior. Mas esse acordo só era relevante para
evitar essa cessação de pagamentos, o que já não era pouco. A ideia de que o
Estado está falido e, como tal, tudo
é aceitável é, e tem sido, um erro grave: o acordo com a troika fez-se exactamente para evitar essa falência.
Entretanto, por
erros de comunicação, políticas erráticas e decisões fora de tempo, criou-se
uma incerteza absolutamente desnecessária e um ambiente de desconfiança em
relação ao Estado de Direito incompatível com a recuperação da economia, do investimento
e do emprego.
Ninguém confia em quase nada que seja prometido pelo
governo: isso é incompatível com uma saudável vivência democrática. [...]
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
No meio do desalento geral…
… há sempre um Dia Perfeito
Alameda (Lisboa), 27.Out.2013, dia da morte de Lou Reed
(...)
Just a perfect day
You made me forget myself
I thought I was someone else
Someone good
(...)
domingo, 27 de outubro de 2013
Árvores condenadas no Largo do Leão
Largo do Leão presentemente
Árvore com a "corda" ao pescoço...
... e com a sentença de morte anunciada. Para quando a execução?
sábado, 26 de outubro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Princípios de uma Professora de Mão-Cheia…*
e agora o imperdível Princípio 4
* Mão-cheia de mãos
é o título do novo livro de Teresa Martinho Marques.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Minha herança... na "Web of Science"
Citation Metrics
This graph shows the number of times the
articles on the publication list have been cited in each of the last 20 years. Only articles from Web of Science with citation data are included in the
calculations.
Total Articles in Publication List:
|
35
|
Articles With Citation Data:
|
34
|
Sum of the Times Cited:
|
229
|
Average Citations per Article:
|
6.74
|
h-index:
|
9
|
Citing
Articles Network
The map
graph below displays (up to) the top 500 geographic locations for
publications that have cited this researcher. Scroll over the map and place
your cursor on a pin to view city, state, and country information. Clicking
on the pin will display bibliographic data for the paper that has cited the
researcher's publications.
NOTA
Há
citações que se encontram na net mas não
constam da Web of Science, portanto
não contam para o cálculo de h-index. Exemplos (2013):
(1) Jean-Christophe Sublet, James
Eastwood, Guy Morgan,
Arjan Koning and Dimitri Rochman
Arjan Koning and Dimitri Rochman
EASY-II
– a system for modelling of n, d, p, γ
and α activation
and transmutation processes.
and transmutation processes.
United Kingdom Atomic Energy Authority, Culham Science Centre
• Joint
Intern. Conf. on Supercomputing in Nuclear Applications and Monte
Carlo 2013,La Cité des Sciences et de l’Industrie, Paris, France, October 27-31, 2013
Citação em: §IV.4 – Thin and thick target yields (pp.3–4)
(2) Jean-Christophe
C. Sublet, James W. Eastwood, J. Guy Morgan
The
FISPACT-II User Manual.
United Kingdom Atomic Energy Authority, Culham Science Centre
United Kingdom Atomic Energy Authority, Culham Science Centre
• Culham Centre for Fusion
Energy: CCFE-R(11)11 Issue 4 (2013)
Citação em: §A.4.4 – Self shielding
of resonant channels, using the universal curve model (pp.141–143)
(3) Kassia
B. Kelly
Implementation of the k0-standardization method at the Penn State Breazeale Reactor.
Implementation of the k0-standardization method at the Penn State Breazeale Reactor.
• Master of Science
Thesis in Nuclear Engineering, 2013
The Pennsylvania State University, USA
Citação em: §3.4.3 – Neutron Flux Measurement (pp.30–31)The Pennsylvania State University, USA
(4) Daniel Corrêa Puerta
Aplicação do método k0-INAA no Laboratório de Análise por Ativação com Nêutrons do IPEN utilizando o programa k0-IAEA. Análise de amostras biológicas.
• Dissertação de Mestrado em Ciências na Área de Tecnologia Nuclear – Aplicações,
Universidade de São Paulo, Brasil, 2013 URL: http://pelicano.ipen.br/PosG30/TextoCompleto/Daniel%20Correa%20Puerta_M.pdf
Citações: Várias
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Cada um diverte-se como pode
Momentos divertidos passados na cozinha da Chamusca (10.Out.2013)
Mais a sério... fomos à praça comprar fruta (11.Out.2013)
domingo, 20 de outubro de 2013
Manifestação de ontem contra a austeridade
Autocarros na Ponte 25 de Abril a caminho de Alcântara
Manifestantes atravessando a Ponte do Infante no Porto
Cartaz expressando um sentimento generalisado
sábado, 19 de outubro de 2013
Vinícius de Moraes nasceu há 100 anos
Vinícius de Moraes, (Rio de Janeiro,
19 de Outubro de 1913 – Rio de Janeiro, 9 de Julho de 1980) foi um diplomata, dramaturgo,
jornalista, poeta e compositor brasileiro. Poeta essencialmente lírico, o que
lhe renderia a alcunha de "poetinha", que lhe teria atribuído por Tom
Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boémio inveterado,
fumador e apreciador de uísque, era também conhecido por ser um grande
conquistador. O Poetinha casou-se nove vezes ao longo de sua vida. A sua obra é
vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. No campo musical,
Vinícius de Moraes teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden
Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra. Mais
informação aqui
e aqui.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
A colecção de arte de Norlinda e José Lima
Uma colecção de arte que saiu da casa onde já não cabia
Cerca de
150 das mil obras de arte compradas por Norlinda e José Lima são mostradas pela
primeira vez na Oliva Creative Factory, em São João da Madeira. Colecção de
"um sapateiro" deixará de ser privada. Notícia e fotos do Público
O
curioso desta notícia é que a Norlinda foi minha colega de Curso na Faculdade
de Ciências de Lisboa. Entre os nossos almoços de Curso, talvez o mais memorável tenha sido aquele em que festejámos o 35.º aniversário da licenciatura, que foi gentilmente
organizado e oferecido por Norlinda e José Lima em sua casa, no Torrão do Lameiro, em 28 de
Setembro de 1996. Aqui fica a nossa saudação amiga ao casal Lima pelo acontecimento noticiado.
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