terça-feira, 4 de março de 2014

Johnny The Kid

O meu neto João Guilherme veio visitar-nos...


Artigo a ler obrigatoriamente


José Vítor Malheiros
EXCERTOS:
"A vida das pessoas não está melhor, mas a vida do país está muito melhor." A frase, de Luís Montenegro, o risonho líder parlamentar do PSD, merece entrada em qualquer colectânea de citações políticas e mesmo nos manuais de história contemporânea.
Que país é este de que fala Montenegro? Que entidade é esta que está tão longe e tão separada das pessoas que é possível que uma esteja muito melhor e as outras muito pior?
É simples: o “país” de que fala Luís Montenegro não é o nosso país. O “país” de que fala Luís Montenegro não é Portugal. O “país” de que fala Luís Montenegro é, simplesmente, o capital.
O que Luís Montenegro quis dizer foi que "A vida dos trabalhadores não está melhor, mas a vida do capital está muito melhor". Basta substituir estas poucas palavras para tudo bater certo.
Como diz com honestidade o multimilionário Warren Buffett, “há de facto uma luta de classes e a minha classe está a ganhar”. A diferença é que Buffett tem uma certa vergonha. E Montenegro não tem vergonha nenhuma.

A sério?!



É Carnaval, ninguém leva a mal...

No dia em que encontrei Einstein em Londres :)


Carnaval de Veneza



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Venha daí mais um copinho...



"Acordo ortográfico, um cadáver adiado"



[...] Ora aqui reside o erro: mesmo que no Brasil haja aplicação plena, já hoje, Portugal fica para sempre preso a uma grafia singular e individual porque se deu ao trabalho de a inventar. Se a ortografia era diferente nos dois países, continua a sê-lo. Mas agora com muitas “facultatividades” e erros de palmatória. O AO é, desde o seu início, uma enorme ilusão e um gigantesco erro. À falta de coragem para lhe pôr termo, estamos condenados a ver arrastar, penosamente, o seu cadáver adiado.

O AO é mais do que um "aleijão"

Lucero Tena > La boda de Luís Alonso, de Giménez



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"Invocando o interesse das crianças em vão"

artigo de Paulo Guinote (Público, 27.Fev.2014)

Nos últimos dias houve um avanço significativo no alargamento da estratégia do empobrecimento nacional à Educação, na sua vertente mais sensível, que é o da oferta educativa disponível para os alunos do ensino básico.
Com o pretexto oficial do aprofundamento da autonomia das escolas em matéria de gestão curricular e apenas com a colaboração e bênção de alguns operadores privados no sector, foi publicada legislação que permite a “especialização” das escolas básicas, através da transferência da carga lectiva de umas disciplinas para outras, podendo parte delas ficar apenas com 45 minutos semanais, enquanto outras poderão ver aumentada essa carga (na ordem dos 25%) ou serem mesmo criadas novas disciplinas fora das matrizes em vigor.
A apoiar a ideia, surgiu o director executivo da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (Aeep), que decidiu invocar, para legitimar este tipo de política curricular, o “interesse das crianças” contra os dos adultos (leia-se “professores”), pois ele considera, e assim foi citado em notícia do PÚBLICO, que “no limite” se pode começar a formar um médico no 5.º ano, adequando o currículo a esse objectivo.
Há que, quando se atinge este nível de desvario demagógico, recentrar a discussão e esclarecer alguns pontos fundamentais, que deveriam ser pacíficos para além de qualquer delírio ideológico ou interesse económico ou corporativo. […]

Retorno(s)




In Memoriam Paco de Lucía (1947-2014)

Concierto de Aranjuez - Adagio, de Joaquín Rodrigo


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Afinal... está-se melhor ou está-se pior?



Com um sorriso pérfido, tão impróprio quanto significativo, Passos Coelho referiu-se assim ao sofrimento que já causou e continuará a causar aos portugueses: “… Quando se começa a levar pancada, as primeiras, que podem ser as mais fortes, não são, necessariamente, as que doem mais …”.
Há circunstâncias em que a leitura das imagens pode ser dúbia. Não é o caso. O primeiro-ministro fez chacota com o anúncio de mais sacrifícios e a justeza do que afirmo poderá ser confirmada por quem me ler. Basta visionar a gravação deste momento abjecto do Congresso do PSD. [...]

In artigo de Santana Castilho (Público, 26.Fev.2014)

In Memoriam Mário Coluna (1935-2014)...

... o grande Capitão!


Carminho >> Alma (2012)



terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A Ciência... vai formosa e não segura

Descalça vai para a fonte
Leonor, pela verdura;
vai formosa e não segura.
Camões

à Directora do jornal Público

por José Vítor Malheiros




por Carlos Fiolhais


É um mistério...

por João Miguel Tavares

Porquê? Digam-me porquê, por amor de Deus. Por que é que Pedro Passos Coelho resolveu reabrir o túmulo político onde repousava Miguel Relvas, para a sua triste figura vir novamente assombrar os nossos dias, numa altura em que as coisas pareciam começar a correr bem para o PSD?

Se todos nós sabemos que assim que Miguel Relvas abre a boca e mostra os dentes o PSD perde votos, como se justifica este impulso autofágico de Passos Coelho? Será por causa da máquina "laranja"? Mas se Relvas fosse mesmo o todo-poderoso apparatchik, o homem que domina o aparelho com a ponta do calcanhar, como é que se explica a miserável votação da lista que ele encabeçou para o conselho nacional? Nada disto faz sentido, senhoras e senhores, e a falta de sentido faz-me comichão na zona da democracia. Eu não consigo perceber que tipo de relação tem realmente Pedro Passos Coelho com Miguel Relvas – e não gosto de não perceber. [...]

Cada vez melhor...


The best of Baroque