quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
A ler
Santana Castilho
A universidade não deve ser ponto de
partida de carreiras tecnocráticas, onde se aprende a “derreter” quem se opõe
ao “chefe”.
Quando o discurso oficioso anuncia que o
último défice da República ficou abaixo do previsto, manda a essência (e a
decência) que lhe perguntemos: Quantas crianças foram lançadas na pobreza?
Quantos velhos foram abandonados? Quantos jovens tiveram que emigrar? Quantos
pais ficaram desempregados para sempre? Quantos fiéis ao “chefe” serão
premiados?
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
A ler
Rui Zink
Cumpre estas leis e poderás, pela calada,
desobedecer a todas as outras.
As rifas do fisco e a governação rasca
José Vítor Malheiros
Os
grandes evasores fiscais são as grandes empresas e não os pequenos comerciantes.
Sempre a descer
Tal como previ há um ano – ver aqui – tive de mudar de escala...
"É malhar até morrer!!!" mas isto um dia acaba!
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
É malhar até morrer!!!
«Estamos no país do vale
tudo onde se alteram leis laborais à vontade dos patrões, salários e pensões à
vontade dos governantes, se diz e desdiz no mesmo momento, se permite jogar com
a vida dos outros como se cada trabalhador, cada pensionista fosse uma
“marionete” manobrada por governo, troika e mercados [...]»
Jacques Brel no Olympia, 1966
1. Le Cheval (1:40)
2. Fils de (4:40)
3. Jacky (7:59)
4. Le gaz (11:16)
5. Les vieux (14:03)
6. Les bigotes (19:05)
7. Mon enfance (21:45)
8. Mathilde (27:10)
9. Ces gens-là (29:39)
10. Amsterdam (35:10)
11. Les bonbons (38:05)
12. Jef (41:07)
13. Au suivant (44:46)
14. Le plat pays (47:42)
15. Madeleine (51:10)
Bis : Ne me quitte pas (57:10)
domingo, 9 de fevereiro de 2014
“No limite da dor” 40 anos depois
sábado, 8 de fevereiro de 2014
51
e um dia um dia vou chamar-lhe amor
e o caminho todo vai perder o chão
vai de asa em asa vai mudar de cor
Teresa Martinho Marques
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Jornal O MIRANTE numa tese de doutoramento
«É uma tese de doutoramento que
aborda a imprensa regional, o que é pouco usual. Tem por título "Ciberjornalismo de proximidade: A construção
de notícias online na imprensa regional em Portugal". Pedro Jerónimo, um jovem
investigador de Leiria, não se limitou a mais um estudo quantitativo em frente
ao monitor de um computador e foi observar a realidade no interior de três
jornais regionais tradicionais. Uma das conclusões é que a produção noticiosa
continua a destinar-se às edições em papel. Em termos de produção própria de
vídeos, de foto-galerias e de prioridade ao online para a divulgação de
notícias, O MIRANTE é um caso à parte.»
Está de parabéns o meu conterrâneo
e amigo Joaquim António Emídio,
director-geral de O MIRANTE
(um jornal nascido na Chamusca)
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
"Portugal não é um país de corruptos"...
... disse há tempos, numa universidade de Verão, a D. Cândida.
New York Jazz Lounge >> Bar Jazz Bossa
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Que amigos que nós somos...
O ministro da Economia, Pires de Lima, passa a pagar seis milhões de
euros das quotas da Agência Espacial Europeia para o ministro da Educação, Nuno
Crato, investir em bolsas.
"Discurso geracional" e guerra aos "velhos"
(Público, 01.Fev.2014)
«[...] Não é por isso de estranhar
que os actuais governantes não tenham nenhum problema em usar os discursos de
divisão social, em que se especializaram quando do “discurso geracional”. A
frase da moção de Passos Coelho sobre a “apropriação excessiva dos direitos
das gerações futuras por parte das actuais gerações” é prenhe de significado
político e ideológico, mas deve ser combatida sem transigências. É má no plano
político e falsa no seu conteúdo. Quem define o que é “excessivo”? Como se pode
arrogar de “defender” os “jovens” quem degrada as suas condições de vida
actual, inclusive ao atirar os seus pais e avós para a pobreza, e quem
empurrando-os para o desemprego, a emigração ou para a precariedade, lhes
estraga o presente e o futuro? E que “futuro” vão ter, sendo menos qualificados
e com salários mais baixos, “ajustados”? É retórica que usa a juventude para
garantir uma nova hierarquia social de poder, mas nada mais do que isso.
Mas não é só isso. A frase
também é má no plano da moralidade social, gera gente má e indiferente aos
estragos que faz na vida alheia, gente que perante qualquer problema tende a de
imediato culpabilizar sempre os mais fracos, e assenta no uso do poder do
Estado para atacar quem tem pouca defesa e nenhum recuo no meio ou no fim da
vida. Até porque a juventude defende sempre os mais jovens, dá-lhes mais mobilidade
e oportunidades, por poucas e difíceis que sejam, e a idade adulta, que é a do
“desemprego de longa duração” e a da velhice, que é a dos cortes nas reformas e
pensões, essas não dão oportunidade nenhuma. Para eles, não há “impulso”
nenhum, são aqueles para quem existe apenas uma sanção moral pelo seu “culto
da gratificação imediata e da consideração de curto prazo em desfavor da
reflexão prospectiva”. Este é o produto de gente mal formada, como se dizia
antigamente. Linguagem do passado, bem sei, sem “reflexão prospectiva”.»
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