sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Jogos Paralímpicos Rio-2016: 3.ª medalha!

Pedro Queiroz da Costa (Público, 16.Set.2016)

José Macedo conquistou, esta sexta-feira, a medalha de bronze na modalidade de boccia, na categoria de BC3, ao derrotar o sul-coreano Han Soo Kim. O encontro estava empatado 5-5 e o português venceu no "tie-break".
Trata-se da terceira medalha para Portugal nos Jogos Paralímpicos, depois dos bronzes de Luís Gonçalves no atletismo (400 metros T12) e da equipa BC1-BC2 também no boccia. Está, assim, cumprido o objectivo de igualar o número de medalhas conquistas em Londres 2012.

Não lhe escapa nada, nem ninguém...

Sócrates-diz-que-Marcelo-quer-tomar-parte-no-processo

O ex-primeiro ministro José Sócrates criticou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, por ter visitado o Departamento Central de Investigação e Acção Penal:
"Fez um sinal político que não me escapou...”

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Sigilo bancário - Nada tenho a esconder, mas...

...não gosto que mexam nas minhas coisas!


Rodrigo Formigal (Público, 13.Set.2016)

Ninguém questiona a importância do combate à fraude e evasão fiscais e que a AT deve dispor de mais e melhores meios, mas esses meios não devem ser obtidos à custa dos direitos do cliente bancário. Para além disso é duvidoso que esta medida tenha cobertura constitucional. Desde logo porque há uma restrição do direito à reserva da intimidade da vida privada e familiar e é questionável que essa restrição seja necessária, adequada e proporcional quando não há indícios da prática de qualquer infracção e, recorde-se, a lei já permite – ainda que não de forma automática – que o sigilo possa ser derrogado pela AT quando, por exemplo, existam indícios da prática de crime, falta de veracidade do declarado e existência de acréscimos de património não justificados.

Chico-espertismo é o que há mais...



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Jogos Paralímpicos Rio-2016: 2.ª medalha!


A equipa portuguesa de boccia BC1/BC2 venceu a Argentina (6-2) e terminou em terceiro lugar nos Jogos Paralímpicos Rio2016, conquistando a medalha de bronze.


Pôs-se a jeito, tem o que merece...

Diário de Notícias (11.Set.2016)
Durão Barroso vai tornar-se no primeiro ex-presidente da Comissão Europeia a ver retirados os chamados "privilégios de passadeira vermelha" por Bruxelas, na sequência do cargo que ocupa na Goldman Sachs.


E o lugar de secretário-geral da ONU vai para... a protegida do "amigo de Portugal" J.C. Juncker

Editorial (Público, 12.Set.2016) 

Deverá confirmar-se hoje uma das grandes suspeitas sobre a corrida ao cargo de secretário-geral da ONU. Depois de cinco meses de escrutínio público e quatro eleições informais no conselho de segurança [todas ganhas por António Guterres por ampla margem], uma candidata de última hora prepara-se para entrar em cena. [...]
É neste contexto que surge Kristalina Georgieva, a nova rival de Guterres. Vem da Bulgária, é conservadora de direita, e faz parte do núcleo duro do presidente da Comissão Europeia. Nos bastidores, fala-se do lobby que o próprio Juncker estará a fazer junto da Alemanha e da Rússia a favor da sua comissária.


sábado, 10 de setembro de 2016

Schäuble, Dijsselbloem... gente fina é outra coisa!

Maria João Guimarães (Público, 10.Set.2016)

O ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, comentou: “quando líderes de partidos socialistas se encontram não sai, na maioria das vezes, nada de muito inteligente”.
O chefe do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, disse: “O Verão acabou. Precisamos de progresso. É altura de arrumar o material de campismo”.

Jogos Paralímpicos Rio-2016: a 1.ª medalha !




Atleta português junta o bronze paralímpico ao título mundial da distância.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

"150 euros"... Por que não simplesmente "0 euros" ?!



Rita Tavares (Observador, 08.Set.2016)

O Conselho de Ministros aprovou o Código de Conduta prometido depois das polémicas viagens ao Euro 2016 pagas pela Galp a governantes.
O Governo aprovou em Conselho de Ministros o Código de Conduta que limita a 150 euros o valor das ofertas de cortesia que os governantes e altos titulares de cargos públicos podem aceitar no exercício de funções.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Assim não se pode ser professor



Neste novo ano lectivo, um inquérito a 2910 professores de 130 escolas públicas e privadas portuguesas de todos os níveis de ensino excepto o superior vem alertar-nos para uma evidência: o mal-estar reinante entre os professores dever-se-á a muitas coisas (leis e regras em constante mudança, sobrecarga de horas de trabalho, excesso de burocracia, mais alunos por turma, desinteresse de muitos pais) mas assenta sobretudo naquilo a que o professor Joaquim Azevedo (coordenador deste inquérito da Fundação Manuel Leão) chama o “fraco reconhecimento social e político da profissão docente”. Por isso, sobretudo no ensino público, muitos professores (35%) dizem-se exaustos, desiludidos, baralhados e até desesperados quando descrevem a sua relação com o trabalho. E mesmo que 68% se digam motivados para ensinar, um terço do total preferia deixar de dar aulas. Foi a isto que chegámos, na irresponsável deriva das “políticas de educação”. EDITORIAL (Público, 08.Set.2016)

Nota: Há quem considere que Maria de Lurdes Rodrigues 
(ministra da Educação, 2005-2009) foi a maior responsável 
pelo “fraco reconhecimento social e político da profissão docente”.